
Mas uma noite se passava.
Eu, fechada em meu quarto olhava as folhas das árvores se baterem com a passagem da brisa da noite. Duas amazonas vigiavam minha porta, enquanto escutava ao longe, os uivos de Cérbero. Que coisa estranha? Esse cão é medonho.
A noite demorava pra passar, minha insônia não ajudava nem um pouco. Ouvi passos se aproximando de minha porta, puxei meu lençol até a altura do meu nariz e esperei. As passadas foram ficando mais fortes...e mais fortes. Logo, escutei mais passos, só que de pessoas correndo, o barulho foi ficando fraco. Acabou.
Será que posso dormir agora? Pensei.
- Ariane?
Pelas Deusas! Sussurrei pra mim mesma...Hades...
- O...o que você quer??!!
- Quero você, será que é tão difícil de aceitar?
Ele está possuído! Não tem outra explicação. Seus olhos amarelos se destacam no meu quarto, na penumbra só estava conseguindo ver uma enorme silhueta de Hades.
- Cumpra o que você falou...Tens que cumprir o ritual. – tentava ganhar tempo, inventando alguma coisa, lembrando-o de suas próprias palavras.
- Eu sei. Você está certa.
Ufa.
- Mas preciso de uma coisa.
Como se fosse mágica, Hades tirou meu lençol, minha única proteção...e me fez levitar até ele. Sentia uma lufada quente vindo de seu corpo, parecia que Hades brigava consigo mesmo...
Hades levantou o braço e meu corpo ficou em pé na sua frente, mas eu não sentia os pés no chão, aos poucos ele se aproximou, virei meu rosto pro lado e fechei os olhos, apertei tanto até sentir as lágrimas correndo por minha face branca.
- Fique calma, não vou machucá-la.
Aos poucos, fui abrindo os olhos, mas não conseguia encará-lo. Como uma força sobrenatural, Hades me manteve flutuando em sua frente e com um estalo de dedos me fez olhar pra ele.
- Pelas Deusas... – sussurrei.
E um beijo senti em meus lábios, queimando minha boca virgem, sugando minha alma pura.
Hades me enlaçou com seus braços, onde cai desfalecida. Com um movimento suave ele me pôs na cama, flutuando o lençol cobriu meu corpo...dormi como uma ninfa, iluminada e sem culpa, sem sonhos e sem medo.
Eu, fechada em meu quarto olhava as folhas das árvores se baterem com a passagem da brisa da noite. Duas amazonas vigiavam minha porta, enquanto escutava ao longe, os uivos de Cérbero. Que coisa estranha? Esse cão é medonho.
A noite demorava pra passar, minha insônia não ajudava nem um pouco. Ouvi passos se aproximando de minha porta, puxei meu lençol até a altura do meu nariz e esperei. As passadas foram ficando mais fortes...e mais fortes. Logo, escutei mais passos, só que de pessoas correndo, o barulho foi ficando fraco. Acabou.
Será que posso dormir agora? Pensei.
- Ariane?
Pelas Deusas! Sussurrei pra mim mesma...Hades...
- O...o que você quer??!!
- Quero você, será que é tão difícil de aceitar?
Ele está possuído! Não tem outra explicação. Seus olhos amarelos se destacam no meu quarto, na penumbra só estava conseguindo ver uma enorme silhueta de Hades.
- Cumpra o que você falou...Tens que cumprir o ritual. – tentava ganhar tempo, inventando alguma coisa, lembrando-o de suas próprias palavras.
- Eu sei. Você está certa.
Ufa.
- Mas preciso de uma coisa.
Como se fosse mágica, Hades tirou meu lençol, minha única proteção...e me fez levitar até ele. Sentia uma lufada quente vindo de seu corpo, parecia que Hades brigava consigo mesmo...
Hades levantou o braço e meu corpo ficou em pé na sua frente, mas eu não sentia os pés no chão, aos poucos ele se aproximou, virei meu rosto pro lado e fechei os olhos, apertei tanto até sentir as lágrimas correndo por minha face branca.
- Fique calma, não vou machucá-la.
Aos poucos, fui abrindo os olhos, mas não conseguia encará-lo. Como uma força sobrenatural, Hades me manteve flutuando em sua frente e com um estalo de dedos me fez olhar pra ele.
- Pelas Deusas... – sussurrei.
E um beijo senti em meus lábios, queimando minha boca virgem, sugando minha alma pura.
Hades me enlaçou com seus braços, onde cai desfalecida. Com um movimento suave ele me pôs na cama, flutuando o lençol cobriu meu corpo...dormi como uma ninfa, iluminada e sem culpa, sem sonhos e sem medo.


